DATA TRILHA

DIA 01 DE JUNHO 7ª TRILHA DO FRIO DE CAMOCIM

REGAS

1º Na hora da inscrição os motoqueiros receberão um número.

2º Será pago na ocasião da inscrição uma taxa de R$ 25.00 reais. pra contribuição do evento.

3º Para os participantes, na hora da inscrição serão distribuída as camisa.

4º Uso obrigatório de equipamento de proteção como: capacetes, botas,calçae luvas, etc

5º A comissão organizadora da trilha na se responsabilizará por nenhum problema que Poe ventura ocorra no evento.

6º Não haverá vencedor nem vencido.

7º O mesmo não é de velocidade e sim de prazer meramente turístico.

TEMPO AGORA

PAINEL 1 - CAMOCIM DE SÃO FÉLIX

15 de março de 2009


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CAMOCIM É SHOW

8 de março de 2009


CAMOCIM DE SÃO FÉLIX, pacato Município do Agreste de Pernambuco é conhecido não apenas por seu clima de montanha, mas pelas suas tradições e suas belezas naturais.

Sede de um clima invejável, tem em sua naturezas particularidades que são desvendadas no decorrer da trilha.

Por isso, uma das metas da Trilha do Frio e desfrutar das belezas naturais dessa cidade agreste, que com certeza é um convite para muitas trilhas.

Por Trilha do Frio.

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CURIOSIDADES DO MUNDO EM DUAS RODAS

7 de março de 2009

Motocicletas, Curiosidades e Números...Mais velha que a motocicleta, só a vontade do Homem em se destacar.
Não existe nada mais clássico do que se buscar uma quebra de recorde, uma proeza mais elaborada, construir algo muito mais espetacular, construir a maior, ser o mais veloz, enfim, ver toda a natureza motociclistica se expressar em números !

Eu mesmo, por meio desta, estou tentando buscar o maior numero de dados motociclisticos possíveis, e haja pó em tanto papiro.

Num pitoresco leque de dados, apresento sem nenhuma formatação ou cronologia estipulada, uma pequena relação de marcas, onde tento expressar a indecifrável vontade de se imortalizar por um feito, por uma obra, ou ainda por um acaso !

Então, mãos a obra :

1) O maior número de ossos quebrados como motociclista

O americano Evel Knievel alcançou 433 fraturas de ossos até final de 1975, mas apenas em 1976, por conta de um outro acidente, resolveu se aposentar.


2) A moto mais cara do mundo

Foi arrematada por míseros 128.411,64 euros, por um colecionador inglês que preferiu o anonimato.A peça em questão era uma motocicleta Brough Superior SS-100 de 1936, que alem de seu natural status de raridade, ainda era de propriedade de seu criador, Sir George Brough.

Por curiosidade ainda, o apresentador americano Jay Leno tem uma, e esta foi objeto de uma moto temática em um dos capítulos do programa America.

5) A maior multa por excesso de velocidade

Foi aplicada em Helsinque ao jovem finlandês Jussi Salonojapor, por ter ultrapassado com sua Harley-Davidson o limite de velocidade, ao imprimir 80 km/h em uma região de 40 km/h, em fevereiro de 2004, pelo pequeno numerário de US$ 223.000,00.

Só para lembrar e esclarecer, na Finlândia os valores das multas são calculados conforme a renda do infrator; no caso, ele havia herdado tinha dois anos antes, a herança de US$ 11 milhões.

6) A maior velocidade em motocicleta, pilotando de costas

Em 28 de outubro de 2002, Dave Coates, apoiado de costas no guidão da moto, atingiu a marca de 244,1 Km/h, em Elvington, Yorkshire.

7) Empinada mais rápida em 01 Km

Também em 28 de outubro de 2002, em Elvington, Yorkshire; Dave Rogers chegou a 220,3 Km/h.

8) Maior largada de BURN-OUT

37 motos simultaneamente, queimando o pneu traseiro, em 28 de agosto de 2004, por organização do IBM Klub Motobiking da Alemanha.

9) A chopper com os garfos mais longos

Coincidentemente, a mais comprida do mundo que, de roda a roda tinha “apenas” 8,9 metros e os famosos garfos com 4,57 metros. William Longest, um dos construtores, rodou com ela no Kentucky (USA) em 15 de junho de 2003.

Fonte: http://www.trilheirosdomel.com.br/noticias/curiosidades-do-mundo-em-duas-rodas

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MATÉRIA: ESCOLHA A MELHOR MOTO PARA TRILHA

2 de março de 2009

A Yamaha XTZ125 2008 em suas versões K (partida a pedal) e E (partida elétrica) chega a Rede de Concessionários nas cores; azul, preta e vermelha em contraste com os novos gráficos.

O projeto já aprovado pelos consumidores da XTZ125, contou para o seu desenvolvimento com a supervisão da engenheira de off-road da Casa Matriz, o mesmo departamento responsável pelo desenvolvimento das Yamaha off-road YZ, WR e TTR.

Um exemplo do grau de comprometimento e empenho para o seu desenvolvimento é o acréscimo do exclusivo sistema de suspensão traseira denominada Active Monocross - um amortecedor com mola e óleo pressurizado a gás, uma tecnologia que elimina os links da suspensão convencional, auxiliando na redução de peso do conjunto.

O motor é um quatro tempos monocilíndrico, OHC (Over Head Camshaft), leve e compacto, arrefecido a ar e de 124cc que desenvolve 12,5 cv a 7.500 rpm. Além de versátil seu propulsor apresenta entre outras qualidades, excelentes retomadas. O carburador Mikuni VM 20SS é dotado de um sistema “enriquecedor” que possibilita acelerações mais suaves após desacelerações mais bruscas. O conjunto “respira” por meio de um filtro de ar úmido alojado em uma caixa projetada de forma a impedir a aspiração de poeira principalmente em trilhas, além de proporcionar um aproveitamento melhor da potência. O Sistema de Indução de Ar e o catalisador asseguram o respeito ao meio ambiente.

Os desenvolvimentos e soluções técnicas deste propulsor são comprovados pelo eficiente sistema de contra pesos acoplados ao eixo do virabrequim, denominado de Balance Engine, que praticamente eliminam as vibrações características aos motores monocilíndricos ou pelo prático sistema centrifugo de filtragem de óleo, que não requer a substituição de elementos filtrantes. Também alguns componentes internos do motor são mais robustos em relação ao modelo YBR 125 2008. O câmbio de cinco velocidades bem escalonado proporciona troca de marchas macias e precisas.

A suspensão dianteira é do tipo telescópica, enquanto a traseira, composta por braço oscilante em aço de alta resistência e exclusivo sistema Active Monocross. O curso de ambas as suspensões é de 180 mm.

O freio dianteiro, em ambas as versões (K e E), tem disco de 220 mm de diâmetro com acionamento hidráulico e pinça com dois pistões flutuantes, a traseira é equipada com um freio a tambor de 130 mm de diâmetro. As rodas são raiadas com 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira, resistentes para enfrentar buracos, obstáculos e depressões.

A ergonomia também foi estudada e aplicada em relação ao posicionamento dos braços e pernas, assim como um banco longo que avança sobre o tanque de combustível, possibilitando o vaivém característico do uso em trilhas. As pedaleiras dianteiras são retrateis e as traseiras fixadas ao chassi para não transmitir os impactos da irregularidade do solo a garupa.

Os comandos à mão, junto aos punhos, são completos oferecendo entre outros, acionamento do pisca direcional com cancelamento semi-automático, botão lampejador do farol alto, botão corta-corrente e de partida elétrica (na versão com partida elétrica).

O painel de instrumentos tem um mostrador de forma oval com velocímetro e velocidade máxima indicada de 140 km/h e hodômetro total e parcial com fundo em azul, as três luzes espias, neutro, pisca e indicador do farol alto tem bom tamanho e fácil visualização.

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